
A audiência virtual registrou também a participação do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador João Rebouças; do juiz responsável pela Divisão de Precatórios do Judiciário, Afonso Pordeus; e, do presidente da FEMURN e prefeito de São Paulo do Potengi, Naldinho Araújo. Os membros do Judiciário explicaram que o eventual atendimento à solicitação dos dirigentes municipais dependeria de legislação ou normatização ainda inexistente. Os prefeitos foram orientados a produzir um novo planejamento financeiro com referência à obrigação com os precatórios que, no caso de Assú, significa uma importância mensal de R$ 105 mil.
Imagem: Paulo Henrique